Talvez o Twitter permitirá salvar todo o histórico de tweets

“Quando podemos baixar todos os nossos tweets?” – emilybell“Antes do final do ano” – dickc , com uma advertência sobre a capacidade de um engenheiro. 

Os usuários poderão fazer o download de todos os seus tweets passados ​​até o final do ano, de acordo com relatos das  conversas dos participantes com o CEO do Twitter Dick Costolo, na conferência da  Online News Association. Em resposta a Emily Bell, Diretor do Centro de Jornalismo Digital na Escola de Jornalismo da Columbia, Costolo disse que gostaria de ver o recurso “Antes do final do ano”, dada a capacidade dos seus engenheiros. Em outras palavras, ser capaz de baixar seus tweets é agora uma prioridade.  O Twitter confirmou o relatório do site especializado TechCrunch da conversa de Costolo.

Os dois maiores alternativas, ou concorrentes, do microblog  Twitter, o Facebook e Google+ ambos permitem aos usuários baixarem algumas de suas informações. Tweets antigos contêm informações valiosas, tais como links para notícias esquecidas, as estatísticas sobre quem é mais influente para um usuário e até um registro oficial para quando um tweet torna-se a fonte de controvérsia por exemplo. Poder baixar para guardar essas informações seria interessante para muitos usuários.

Além disso, o convite para abrir os dados de redes sociais tem sido parte de um movimento mais amplo da Internet para permitir que os usuários “mudem” os serviços devem se tornar tal alternativa disponível. Por exemplo, a equipe Google’s open data team,  do revolucionário grupo de discussão Data Liberation Front, argumenta que os usuários devem ter apenas um serviço quando querem voluntariamente, não porque eles estão tecnicamente bloqueadas para ele:

‘Estamos fazendo isso porque queremos que nossos usuários fiquem com a gente porque eles querem. Enquanto o bloqueio das informações postadas dos usuários é uma maneira de mantê-los no curto prazo, acreditamos que o caminho para manter os usuários no longo prazo é continuar a inovar e tornar nossos produtos melhores para que eles possam escolher para ficar com a gente. E, além disso, se alguém parar de usar um de nossos produtos hoje, nós esperamos que eles estariam dispostos a experimentar um dos nossos outros produtos, em algum momento no futuro.’

Tudo isto é, naturalmente, com base numa declaração proferida na conferência. Nós vamos cavar para obter mais informações. Fiquem atentos.

Por GREGORY FERENSTEIN

Navegador RockMelt – Surfando na Rede

Tem conta no Facebook, Twitter, Tumblr, fica ligado nas notícias e tendências o tempo todo?  – Experimente o RockMelt.

O RockMelt tem a assinatura de Marc Andreessen, criador do Netscape, navegador que revolucionou a internet na metade da década de 90.

Os criadores do RockMelt partiram da ideia de que atualmente os usuários navegam na internet basicamente de três formas: compartilhando conteúdo nas redes sociais, fazendo buscas no Google e monitorando seus sites favoritos.

Desenvolvido todo em cima do Chromium, mesmo motor utilizado para o desenvolvimento do Chrome, o RockMelt torna-se bastante amigável para quem já está familiarizado com o navegador do Google, já que a interface e configurações são praticamente iguais.

Sobre a página aberta no navegador você pode ver seu Twitter, Facebook, Tumblr, notícias, quais amigos estão on-line no Facebook, etc., sem precisar abrir outra aba. E isso é o que os internautas querem hoje em dia; rapidez com facilidade, e com o RockMelt tudo isso pode ser feito em uma única janela do navegador (observe a imagem acima).

Para baixar você deve fazer o download aqui http://www.rockmelt.com/#
Depois de instalado, faça login com sua conta do Facebook, e aí é só começar a explorar seus recursos.

Configure suas preferências clicando no alto, a direita, onde está escrito RockMelt.

Escolha o idioma na guia Opções , em Configurações Avançadas procure; Conteúdo web e clique em Configurações de idiomas e do corretor ortográfico…

Aproveite. *Fique sempre por dentro do RockMelt lendo o Blog http://blog.rockmelt.com/

Empresas investem mais em redes sociais

Uma boa notícia para os profissionais de marketing que ressaltam a importância do investimento em redes sociais nas empresas e acham que estavam pregando no deserto. Uma pesquisa divulgada pela Ancham (Câmara Americana de Comercio Brasil – Estados Unidos), mostra que 65% das organizações afirmam que devem aumentar ações e verbas de marketing destinadas a esse tipo de ferramenta no próximo ano.

Tudo isso por que estão percebendo que é real o crescimento do uso de mídias sociais e a popularização da internet pelo Brasil. Mesmo assim, 47% dos pesquisados disseram que só 5% de seu orçamento de marketing é destinado às redes sociais. Do grupo, 3% investem, entretanto, 40% da verba na web.

O Facebook é a rede preferida, com 76% de citações na pesquisa, mas Twitter (56%), Google+ (32%), Foursquare (10%) e Orkut (8%) também foram lembrados.

Em todas estas redes, o objetivo principal é relacionamento com o cliente (74%), mas as ferramentas também são utilizadas para reforço de marca (63%); promoção e divulgação de produtos ou serviços (53%); monitoramento de marca (46%); e e-commerce (18%). Na pesquisa, 78% das empresas consultadas possuem perfis oficiais em pelo menos uma rede e 14% ainda pretendem fazer no próximo ano.

Os ‘Nostradamus’ do Marketing Social

Como o marketing social pode construir um exército de clientes fiéis para o seu negócio

Em 1976, muito antes das redes sociais, da Internet e dos computadores nas casas, três caras inteligentes chamados John Short, Edryn Williams and Bruce Christie teorizaram o impacto da presença social e da forma como nos relacionaríamos uns com os outros… Essa filosofia é uma perspectiva importante para considerar quando estiver conversando com seu público através de seus esforços de marketing, especialmente porque estamos todos agora socialmente conectados também na Internet.

Simplificando, a Teoria da Presença Social, é a capacidade de uso não-pessoal de comunicação (marketing) para criar e promover um relacionamento, algo assim como quando duas pessoas (o representante da empresa e o cliente) em uma loja, juntos conversando e forjando um relacionamento com o outro. A conversa é guiada por perguntas de seus clientes, reações e expressões. Quanto maior o nível de presença social, mais confiança e profundidade da compreensão cada parte tem um com o outro. E isso se traduz em clientes fiéis.

E se você pudesse ter a mesma interação pessoal ‘face-a-face’ – como a que ocorre em uma loja todos os dias – e canalizar o mesmo nível de confiança e simpatia para centenas, milhares e até dezenas de milhares de pessoas nas redes sociais?

Mundo hiperconectado – Empresas mudam estratégia de comunicação

Segundo executivos da HP, Nextel e Microsoft, as redes sociais colaboram para aumentar a eficiência da empresa. 

Por , de INFO Online • Quinta-feira, 21 de junho de 2012

Como gerir uma empresa em um mundo hiperconectado? Com esta pergunta sobre a mesa, a diretora de redação da INFO EXAME , Katia Militello, mediou um debate entre presidentes de três grandes empresas, todas elas ligadíssimas em tecnologia. Discutiram o tema o presidente da Microsoft Brasil, Michel Levy, o presidente da Nextel no Brasil, Sergio Chaia e o presidente da HP Brasil, Oscar Clarke.

Os executivos concordaram que as companhias que presidem vivem um momento de transição na forma de comunicar-se com seus consumidores. Além dos canais tradicionais como SAC, as companhias têm que lidar com a manifestação de seus clientes em redes como Facebook, Twitter e YouTube.

“A boa comunicação é o caminho, a luz e a vida para uma empresa”

“Quando respondemos uma dúvida de um cliente pelo Twitter, essa resposta também pode ajudar muitos outros usuários, além de permitir desafogar nosso call center. As críticas existem, mas os elogios também se proliferam pelas redes”, afirmou Chaia, da Nextel, argumentando que a “indicação de um amigo” – via rede social ou conversas pessoais entre clientes – responde por até 70% dos novos clientes captados a cada mês pela Nextel.

Lei mais; Mundo hiperconectado força empresas a mudar estratégia de comunicação