Pinterest entre as mídias sociais

Pinterest garante seu espaço entre as mídias sociais

Por Dayane Andrade

Que o Facebook continua sendo líder das mídias sociais mais acessadas no Brasil, todo mundo já sabe, mas tem um dado muito interessante, apresentado pela Experian Hitwise, ferramenta de inteligência da Serasa Experian, que aponta o Pinterest como sendo o destaque entre as mídias sociais de nicho. Uma das justificativas para este avanço é que mesmo sendo uma rede baseada em imagem, não concorre diretamente com o Facebook. Continuar lendo

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SEO vs. Facebook: um estudo sobre conversões e tráfego

Métricas + Redes Sociais + SEO

Diego Ivo

As mídias sociais mudam paradigmas

As mídias sociais estão cada vez ganhando mais importância e, se combinadas com estratégias de SEO, são matadoras. Estou verificando verdadeiro crescente de tráfego vindo do Facebook, e aí me surgiu a questão: qual tráfego vale mais, o de busca orgânica do Google, que consiste numa intenção, ou o do Facebook, que geralmente vem de recomendações de amigos e interesses?

A resposta mais óbvia é que são tráfegos distintos, muito embora da mesma forma importantes. E são. Mas vamos analisar algumas informações para saber o valor real de cada uma das origens.

Entenda o tráfego do Google

Uma busca no Google denota uma intenção de resultado. O comportamento psicológico denota uma confiança na autoridade e relevância do buscador.

As buscas no Google podem ser de 3 tipos: de atalho, quando fazemos uma busca para economizar digitar um endereço, saibamos ou não; de informação, quando desejamos obter uma informação, o resultado de um jogo, o diretor de um filme etc.; ou de transação, quando denota uma intenção de adquirir um produto comercial.

Obviamente, as buscas de transação são as mais valiosas e as que mais devemos investir nossos esforços de SEO, embora representem cerca de apenas 10% de todas asbuscas. Entretanto, as buscas de informação podem eventualmente gerar conversões. Já as buscas de atalho servem basicamente para o proprietário do site ou local.

Entenda o tráfego do Facebook

Ao contrário do Google, o Facebook gera um tráfego viral e vindo de círculos sociais. Não denotam intenção, nem mantêm a relação hierárquica do Google; ao contrário, o Facebook não tem autoridade em si e é apenas uma plataforma. Em compensação, os usuários cada vez mais confiam em pessoas iguais a ele.

Desse modo, é mais improvável o compartilhamento de links e informações focadas em vendas diretas; ou seja, o Facebook é, no fundo, uma mídia de informação e não de transação. Aliás, mais do que de informação, é uma mídia de comunicação, paixão e entusiasmo: está ali a vida pessoal de cada uma das pessoas, ao alcance de qualquer pessoa ou marca.

O Facebook é subjetivo, o Google é objetivo.

Qual gera mais conversões?

Vamos a campo entender pelos resultados e compreender a validade dos mesmos.

  • Site da Conversion

Conversões analisadas: Leads, Newsletter, Outros

  • Instituição de Educação

Conversões analisadas: Leads, Newsletter, Outros

  • E-commerce de nicho

Conversões analisadas: Leads, Newsletter, E-commerce, Outros

  • Agência de viagens

Conversões analisadas: Leads, Newsletter, Outros

  • Escola de artes

Conversões analisadas: Leads, Newsletter, Outros

Observações interessantes

Surpreendentemente, o Facebook tem uma melhor taxa de conversão. Convém observar que, na média, o Google leva um pouco de mais tráfego que o Facebook, principalmente em empresas que não investem em mídias sociais através de estratégias como a de Social SEO.

Em três dos cinco casos, entretanto, o Facebook converte na média e, considerando todas as conversões acompanhadas, mais que a busca orgânica. Esse dado, para muitos, pode parecer surpreendente.

Observo que as mídias sociais, em três dos cinco casos, competem em importância com busca orgânica, mas esta em quase todos os casos é a fonte mais importante de tráfego, quando a mais importante de todas elas não é o Google AdWords.

Podemos perceber que todas essas estratégias, SEO, PPC e redes sociais, são importantes para as empresas.

Conclusão

Esta é uma conclusão pessoal que, em certa medida, contraria o estudo. Pois nem tudo se resume a números, é preciso usar a nossa percepção e análises secundárias, que não trouxemos neste estudo, como a taxa de fechamento final de cada uma das origens.

Meu tráfego preferido continua sendo o de otimização de sites (SEO), depois o de links patrocinados (PPC) e por último o tráfego de mídias sociais, que deve ser avaliado sobretudo como um ativo intangível. Em última análise, vejo o tráfego do tipo busca de transação (SEO ou PPC) como o mais valioso a curto prazo, enquanto o de ativo intangível (redes sociais) é o mais valioso a longuíssimo prazo. Sem contar que nem toda interação no Facebook gera tráfego para o site.

Na dúvida entre SEO e Facebook? Faça os dois!

Diego Ivo é CEO da Conversion e trabalha com SEO há mais de cinco anos. Toda a sua formação é autodidata, não gosta de burocracia, adora criar estratégias de marketing de conversões e, no tempo livre, está com os amigos ou lendo um bom livro.

Talvez o Twitter permitirá salvar todo o histórico de tweets

“Quando podemos baixar todos os nossos tweets?” – emilybell“Antes do final do ano” – dickc , com uma advertência sobre a capacidade de um engenheiro. 

Os usuários poderão fazer o download de todos os seus tweets passados ​​até o final do ano, de acordo com relatos das  conversas dos participantes com o CEO do Twitter Dick Costolo, na conferência da  Online News Association. Em resposta a Emily Bell, Diretor do Centro de Jornalismo Digital na Escola de Jornalismo da Columbia, Costolo disse que gostaria de ver o recurso “Antes do final do ano”, dada a capacidade dos seus engenheiros. Em outras palavras, ser capaz de baixar seus tweets é agora uma prioridade.  O Twitter confirmou o relatório do site especializado TechCrunch da conversa de Costolo.

Os dois maiores alternativas, ou concorrentes, do microblog  Twitter, o Facebook e Google+ ambos permitem aos usuários baixarem algumas de suas informações. Tweets antigos contêm informações valiosas, tais como links para notícias esquecidas, as estatísticas sobre quem é mais influente para um usuário e até um registro oficial para quando um tweet torna-se a fonte de controvérsia por exemplo. Poder baixar para guardar essas informações seria interessante para muitos usuários.

Além disso, o convite para abrir os dados de redes sociais tem sido parte de um movimento mais amplo da Internet para permitir que os usuários “mudem” os serviços devem se tornar tal alternativa disponível. Por exemplo, a equipe Google’s open data team,  do revolucionário grupo de discussão Data Liberation Front, argumenta que os usuários devem ter apenas um serviço quando querem voluntariamente, não porque eles estão tecnicamente bloqueadas para ele:

‘Estamos fazendo isso porque queremos que nossos usuários fiquem com a gente porque eles querem. Enquanto o bloqueio das informações postadas dos usuários é uma maneira de mantê-los no curto prazo, acreditamos que o caminho para manter os usuários no longo prazo é continuar a inovar e tornar nossos produtos melhores para que eles possam escolher para ficar com a gente. E, além disso, se alguém parar de usar um de nossos produtos hoje, nós esperamos que eles estariam dispostos a experimentar um dos nossos outros produtos, em algum momento no futuro.’

Tudo isto é, naturalmente, com base numa declaração proferida na conferência. Nós vamos cavar para obter mais informações. Fiquem atentos.

Por GREGORY FERENSTEIN

Insatisfeito com site da sua empresa?

Segundo Jaime Jimenez, diretor de marketing da BaseKit – a agência inglesa que encomendou a pesquisa, em um universo de 500 empresas consultadas 84% dos empreendedores estão insatisfeitos com site da empresa.

A pesquisa, que ouviu 500 donos de empresas e foi conduzida pela Opinium Research no mês de abril, também identificou que mais de 50% dos empreendedores afirmam ter dificuldades para acompanhar as evoluções tecnológicas. O principal vilão dos empresários diz respeito à adaptação de conteúdos para e-commerce, celulares e tablets.

“Apesar do cenário atual positivo na economia brasileira, que tem colaborado para que empresas possam incorporar novas tecnologias aos seus websites, pela nossa experiência tudo indica que a maioria das PMEs no Brasil esteja seguindo esta mesma tendência”, diz Jimenez, que conta com 11 mil clientes ativo por aqui.

Para auxiliar o dono de empresa brasileiro a montar um site mais eficaz, o executivo preparou uma lista com cinco dicas. Confira.

Layout e conteúdo atraentes
Com o volume de informações disponibilizadas diariamente na internet, usuários passam cada vez menos tempo em uma mesma página. Portanto, para montar um “site campeão”, a regra, afirma o especialista, é priorizar o layout clean e atraente. “Lembre-se de que a linguagem da internet é diferenciada e tente ser conciso, dando prioridade para as informações principais na sua página inicial. Sites poluídos, com excesso de informações, são geralmente abandonados por usuários em uma fração de segundos”, destaca.

Foco no usuário
Quando se trata de criação de websites, a experiência do usuário deve vir em primeiro lugar. É muito importante que o site tenha imagens leves, que as páginas sejam carregadas rapidamente em qualquer dispositivo e que o endereço apareça em buscadores como o Google, pois tudo isso melhora a experiência do usuário. “Sites em Flash, por exemplo, não são compatíveis com dispositivos móveis, monitorados por sites de busca e demoram muito para carregar. Portanto, a melhor solução é desenvolver o seu site em HTML5.”

Navegação intuitiva
O endereço virtual da empresa deve seguir a tônica da intuição. Em outras palavras, a página deve ser organizada, apresentando as informações de maneira lógica para que o usuário possa navegar no site com facilidade.

Atualização constante
Segundo Jaime Jimenez, da BaseKit, é importante atualizar a página constantemente. “Um site com informações desatualizadas transmite uma imagem de abandono, o que não é positivo para a reputação da sua empresa”, explica.

Integração com redes sociais e Google Maps
Para Jimenez, hoje em dia, consumidores esperam que qualquer pequena empresa esteja presente em redes sociais como o Facebook e o Twitter. “Alguns clientes até preferem utilizar estas plataformas para entrar em contato com a empresa”, afirma. Também é importante ter um mapa no site, destaca o especialista, para que os clientes possam chegar às lojas ou escritório facilmente.

Por RENATO JAKITAS, ESTADÃO PME

Empresas investem mais em redes sociais

Uma boa notícia para os profissionais de marketing que ressaltam a importância do investimento em redes sociais nas empresas e acham que estavam pregando no deserto. Uma pesquisa divulgada pela Ancham (Câmara Americana de Comercio Brasil – Estados Unidos), mostra que 65% das organizações afirmam que devem aumentar ações e verbas de marketing destinadas a esse tipo de ferramenta no próximo ano.

Tudo isso por que estão percebendo que é real o crescimento do uso de mídias sociais e a popularização da internet pelo Brasil. Mesmo assim, 47% dos pesquisados disseram que só 5% de seu orçamento de marketing é destinado às redes sociais. Do grupo, 3% investem, entretanto, 40% da verba na web.

O Facebook é a rede preferida, com 76% de citações na pesquisa, mas Twitter (56%), Google+ (32%), Foursquare (10%) e Orkut (8%) também foram lembrados.

Em todas estas redes, o objetivo principal é relacionamento com o cliente (74%), mas as ferramentas também são utilizadas para reforço de marca (63%); promoção e divulgação de produtos ou serviços (53%); monitoramento de marca (46%); e e-commerce (18%). Na pesquisa, 78% das empresas consultadas possuem perfis oficiais em pelo menos uma rede e 14% ainda pretendem fazer no próximo ano.

Os ‘Nostradamus’ do Marketing Social

Como o marketing social pode construir um exército de clientes fiéis para o seu negócio

Em 1976, muito antes das redes sociais, da Internet e dos computadores nas casas, três caras inteligentes chamados John Short, Edryn Williams and Bruce Christie teorizaram o impacto da presença social e da forma como nos relacionaríamos uns com os outros… Essa filosofia é uma perspectiva importante para considerar quando estiver conversando com seu público através de seus esforços de marketing, especialmente porque estamos todos agora socialmente conectados também na Internet.

Simplificando, a Teoria da Presença Social, é a capacidade de uso não-pessoal de comunicação (marketing) para criar e promover um relacionamento, algo assim como quando duas pessoas (o representante da empresa e o cliente) em uma loja, juntos conversando e forjando um relacionamento com o outro. A conversa é guiada por perguntas de seus clientes, reações e expressões. Quanto maior o nível de presença social, mais confiança e profundidade da compreensão cada parte tem um com o outro. E isso se traduz em clientes fiéis.

E se você pudesse ter a mesma interação pessoal ‘face-a-face’ – como a que ocorre em uma loja todos os dias – e canalizar o mesmo nível de confiança e simpatia para centenas, milhares e até dezenas de milhares de pessoas nas redes sociais?

Palestra – Marketing Digital

Ricardo Cavallini – http://www.coxacreme.com.br/
Autor dos livros “Mobilize“, sobre as possibilidades de propaganda e marketing no universo móvel, de “Onipresente“, que coloca em um contexto histórico a transição do mercado de comunicação e ajuda a entender o cenário futuro e de “O Marketing Depois de Amanhã“, sobre novas tecnologias e seu impacto sobre o comportamento do consumidor.

Com mais de 20 anos de experiência em comunicação interativa, sua atuação abrange várias áreas e disciplinas. Foi Diretor de Mídia da F/Nazca Saatchi & Saatchi, Diretor de Operações da Euro RSCG 4D, Diretor de Planejamento da W/Brasil, Sócio-diretor de Engenharia da agência digital Organic inc e Vice Presidente de Convergência da WMcCann.

Cavallini é consultor corporativo, professor do curso de extensão de marketing direto da ABEMD e da Master de Jornalismo do IICS com a Universidade de Navaha e acumula passagens por agências, veículos e produtoras como JWT, DM9DDB, globo.com e Vetor Zero.