SEO vs. Facebook: um estudo sobre conversões e tráfego

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Diego Ivo

As mídias sociais mudam paradigmas

As mídias sociais estão cada vez ganhando mais importância e, se combinadas com estratégias de SEO, são matadoras. Estou verificando verdadeiro crescente de tráfego vindo do Facebook, e aí me surgiu a questão: qual tráfego vale mais, o de busca orgânica do Google, que consiste numa intenção, ou o do Facebook, que geralmente vem de recomendações de amigos e interesses?

A resposta mais óbvia é que são tráfegos distintos, muito embora da mesma forma importantes. E são. Mas vamos analisar algumas informações para saber o valor real de cada uma das origens.

Entenda o tráfego do Google

Uma busca no Google denota uma intenção de resultado. O comportamento psicológico denota uma confiança na autoridade e relevância do buscador.

As buscas no Google podem ser de 3 tipos: de atalho, quando fazemos uma busca para economizar digitar um endereço, saibamos ou não; de informação, quando desejamos obter uma informação, o resultado de um jogo, o diretor de um filme etc.; ou de transação, quando denota uma intenção de adquirir um produto comercial.

Obviamente, as buscas de transação são as mais valiosas e as que mais devemos investir nossos esforços de SEO, embora representem cerca de apenas 10% de todas asbuscas. Entretanto, as buscas de informação podem eventualmente gerar conversões. Já as buscas de atalho servem basicamente para o proprietário do site ou local.

Entenda o tráfego do Facebook

Ao contrário do Google, o Facebook gera um tráfego viral e vindo de círculos sociais. Não denotam intenção, nem mantêm a relação hierárquica do Google; ao contrário, o Facebook não tem autoridade em si e é apenas uma plataforma. Em compensação, os usuários cada vez mais confiam em pessoas iguais a ele.

Desse modo, é mais improvável o compartilhamento de links e informações focadas em vendas diretas; ou seja, o Facebook é, no fundo, uma mídia de informação e não de transação. Aliás, mais do que de informação, é uma mídia de comunicação, paixão e entusiasmo: está ali a vida pessoal de cada uma das pessoas, ao alcance de qualquer pessoa ou marca.

O Facebook é subjetivo, o Google é objetivo.

Qual gera mais conversões?

Vamos a campo entender pelos resultados e compreender a validade dos mesmos.

  • Site da Conversion

Conversões analisadas: Leads, Newsletter, Outros

  • Instituição de Educação

Conversões analisadas: Leads, Newsletter, Outros

  • E-commerce de nicho

Conversões analisadas: Leads, Newsletter, E-commerce, Outros

  • Agência de viagens

Conversões analisadas: Leads, Newsletter, Outros

  • Escola de artes

Conversões analisadas: Leads, Newsletter, Outros

Observações interessantes

Surpreendentemente, o Facebook tem uma melhor taxa de conversão. Convém observar que, na média, o Google leva um pouco de mais tráfego que o Facebook, principalmente em empresas que não investem em mídias sociais através de estratégias como a de Social SEO.

Em três dos cinco casos, entretanto, o Facebook converte na média e, considerando todas as conversões acompanhadas, mais que a busca orgânica. Esse dado, para muitos, pode parecer surpreendente.

Observo que as mídias sociais, em três dos cinco casos, competem em importância com busca orgânica, mas esta em quase todos os casos é a fonte mais importante de tráfego, quando a mais importante de todas elas não é o Google AdWords.

Podemos perceber que todas essas estratégias, SEO, PPC e redes sociais, são importantes para as empresas.

Conclusão

Esta é uma conclusão pessoal que, em certa medida, contraria o estudo. Pois nem tudo se resume a números, é preciso usar a nossa percepção e análises secundárias, que não trouxemos neste estudo, como a taxa de fechamento final de cada uma das origens.

Meu tráfego preferido continua sendo o de otimização de sites (SEO), depois o de links patrocinados (PPC) e por último o tráfego de mídias sociais, que deve ser avaliado sobretudo como um ativo intangível. Em última análise, vejo o tráfego do tipo busca de transação (SEO ou PPC) como o mais valioso a curto prazo, enquanto o de ativo intangível (redes sociais) é o mais valioso a longuíssimo prazo. Sem contar que nem toda interação no Facebook gera tráfego para o site.

Na dúvida entre SEO e Facebook? Faça os dois!

Diego Ivo é CEO da Conversion e trabalha com SEO há mais de cinco anos. Toda a sua formação é autodidata, não gosta de burocracia, adora criar estratégias de marketing de conversões e, no tempo livre, está com os amigos ou lendo um bom livro.

Fazendo o download de todas informações de sua conta Facebook

Compartilhar informações com amigos, publicar fotos e fazer check-in em baladas ou pontos turísticos é um hábito frequente do usuário do Facebook. Ao longo do tempo, pedaços da história de cada um são armazenados na rede social. Para quem não sabe, ou para quem já sentiu necessidade de recuperar alguma lembrança publicada há anos no site, todas as atividades de um usuário na rede podem ser baixadas. Quer fazer o download, por exemplo, de todas as publicações com marcações, de todos os eventos dos quais participou ou simplesmente de tudo?

Veja duas maneiras de baixar o conteúdo do Facebook em seu computador. O primeiro é o indicado pela própria rede social. O segundo é uma dica do site de tecnologia ZDNet.

1 – Para fazer o download de tudo o que você tem no Facebook:

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Ao lado de Página Inicial, clique na seta e selecione Configurações da conta.

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Abaixo de Idioma aparecerá “Baixe uma cópia dos seus dados do Facebook”. Clique em “Baixe uma cópia”.

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Você será direcionado a esta página. Leia as instruções e clique em “Abrir meu arquivo”, botão verde.

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O Facebook avisa que pode demorar a compilar todas as informações. Clique novamente em “Abrir meu arquivo”.

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Enquanto o arquivo é gerado, a mensagem “pendente” aparecerá. O usuário deve receber em seu e-mail um link que o levará novamente à página de Configurações da Conta. Clique em “Baixe uma cópia dos seus dados do Facebook” novamente. Sua senha pode ser pedida, dependendo do tempo em que está logado no Facebook.

Clique em “Baixe o Arquivo”, mensagem que deve aparecer no lugar de “pendente”. O documento gerado estará zipado. Vá até o local onde o arquivo foi salvo (fique atento para a pasta em que vai guardá-lo), clique com o botão direito sobre o documento e selecione “extrair tudo”. Nesse momento, será gerada uma pasta com o mesmo nome do documento zipado. Vários arquivos estarão dentro dela. O “index”, em html, é o seu conteúdo no Facebook.

Observação: compilar todas as suas atividades registradas no Facebook é um procedimento que pode levar muitas horas. Não espere receber em seu e-mail o arquivo para download em poucos minutos. No caso de algum erro, clique em “Relate um problema” ao Facebook. Essa opção aparece no menu da Página Inicial. Clique na seta, selecione “Ajuda” e  depois “Relate um problema”. Veja aqui:

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Para baixar uma ou algumas atividades do Facebook:

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Esta é outra forma de baixar conteúdo do Facebook. Clique em Registro de Atividades, que aparece na página do seu perfil, à direita superior.

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Todas as suas atividades estão registradas aí. Na direita superior, onde você deve ver “Todos”, há um menu com os recursos: suas publicações, publicações dos outros, etc. No nosso teste, selecionamos “Publicações com localização”. (Role a página continuamente para que todas as atividades apareçam, até a data em que você entrou para o Facebook.)

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Salve a página (no Chrome, clique no ícone ferramenta e em “salvar página como”). Escolha a pasta em que deseja salvar o arquivo.

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Observe o “salvar como tipo”, que deverá ser “webpage, complete” ou o corresponde do seu navegador. Depois basta ir até a pasta em que você salvou o arquivo, também de extensão HTML, e clicar nele. Seus dados estarão nesse documento.

Com o download feito dessa maneira, o usuário pode escolher qual dos registros de atividade ele quer guardar: “curtidas”, vídeos, perguntas, comentários… As informações estarão salvas em uma página no computador. Não é preciso estar logado no Facebook. Os links ainda direcionarão para o site. Mas os registrados estarão armazenadas naquela página, offline.

O recurso que o Facebook criou para salvar o conteúdo publicado, mencionado acima, não foi anunciado recentemente. O RadarTec Traduz, seção destinada a esclarecer dúvidas relacionadas ao mundo da tecnologia, está apenas relembrando essa possibilidade. Você já baixou o conteúdo de sua conta?

Insatisfeito com site da sua empresa?

Segundo Jaime Jimenez, diretor de marketing da BaseKit – a agência inglesa que encomendou a pesquisa, em um universo de 500 empresas consultadas 84% dos empreendedores estão insatisfeitos com site da empresa.

A pesquisa, que ouviu 500 donos de empresas e foi conduzida pela Opinium Research no mês de abril, também identificou que mais de 50% dos empreendedores afirmam ter dificuldades para acompanhar as evoluções tecnológicas. O principal vilão dos empresários diz respeito à adaptação de conteúdos para e-commerce, celulares e tablets.

“Apesar do cenário atual positivo na economia brasileira, que tem colaborado para que empresas possam incorporar novas tecnologias aos seus websites, pela nossa experiência tudo indica que a maioria das PMEs no Brasil esteja seguindo esta mesma tendência”, diz Jimenez, que conta com 11 mil clientes ativo por aqui.

Para auxiliar o dono de empresa brasileiro a montar um site mais eficaz, o executivo preparou uma lista com cinco dicas. Confira.

Layout e conteúdo atraentes
Com o volume de informações disponibilizadas diariamente na internet, usuários passam cada vez menos tempo em uma mesma página. Portanto, para montar um “site campeão”, a regra, afirma o especialista, é priorizar o layout clean e atraente. “Lembre-se de que a linguagem da internet é diferenciada e tente ser conciso, dando prioridade para as informações principais na sua página inicial. Sites poluídos, com excesso de informações, são geralmente abandonados por usuários em uma fração de segundos”, destaca.

Foco no usuário
Quando se trata de criação de websites, a experiência do usuário deve vir em primeiro lugar. É muito importante que o site tenha imagens leves, que as páginas sejam carregadas rapidamente em qualquer dispositivo e que o endereço apareça em buscadores como o Google, pois tudo isso melhora a experiência do usuário. “Sites em Flash, por exemplo, não são compatíveis com dispositivos móveis, monitorados por sites de busca e demoram muito para carregar. Portanto, a melhor solução é desenvolver o seu site em HTML5.”

Navegação intuitiva
O endereço virtual da empresa deve seguir a tônica da intuição. Em outras palavras, a página deve ser organizada, apresentando as informações de maneira lógica para que o usuário possa navegar no site com facilidade.

Atualização constante
Segundo Jaime Jimenez, da BaseKit, é importante atualizar a página constantemente. “Um site com informações desatualizadas transmite uma imagem de abandono, o que não é positivo para a reputação da sua empresa”, explica.

Integração com redes sociais e Google Maps
Para Jimenez, hoje em dia, consumidores esperam que qualquer pequena empresa esteja presente em redes sociais como o Facebook e o Twitter. “Alguns clientes até preferem utilizar estas plataformas para entrar em contato com a empresa”, afirma. Também é importante ter um mapa no site, destaca o especialista, para que os clientes possam chegar às lojas ou escritório facilmente.

Por RENATO JAKITAS, ESTADÃO PME

O futuro da rede social

Por Tatiana de Mello Dias

O cotidiano hoje já é filtrado pelo compartilhamento e vemos atráves das redes sociais, e a vida conectada deve ficar ainda mais superexposta com novos apps e ferramentas. Por que não conseguimos deixá-las?

SÃO PAULO – Passei a segunda-feira no parque. O céu estava limpo em São Paulo. Sossego completo, mas o celular estava no bolso. Os dedos coçaram para postar uma foto no Instagram, consequentemente no Facebook e ter a receptividade instantânea daquilo que estava acontecendo comigo sozinha naquele momento. Postei. O que é essa força estranha?

“As redes sociais expandem nossa capacidade de fazer conexões e, portanto, de ocupar a própria mente”, diz o sociólogo . “Depois da imprensa, foi a maior transformação em nossa maneira de entender e se fazer entendido, visualizar e se tornar visível. É uma transformação radical não só sobre a situação do corpo no mundo, mas sobre a relação entre pensamento, cultura, educação, capacidade de processamento.”

O parque estava cheio de desconhecidos, sem nenhuma relação comigo. Abro o celular e resolvo ver o que estava sendo postado ali por outras pessoas. Fotos de bebês. Cães. Amigos ao sol. Em minutos descubro pessoas, seus amigos, namorados e parentes. Elas estão ao meu redor, mas também entregam suas vidas a outro ambiente e para desconhecidos. Assumem a vida virtual e passam a construir outra existência sem se dar conta de que há alguém as observando.

Callum Haywood é um programador britânico de 18 anos que percebeu, por acaso, a face mais delicada dessa nova realidade. Ele mexia com a Graph API do Facebook, que “puxa” posts públicos e é utilizada massivamente para a criação de aplicativos, quando viu mensagens constrangedoras. “Havia vários posts que na verdade deveriam ser privados”, explicou Callum ao Link.

A descoberta de Callum virou o We Know What You’re Doing, site que lista declarações comprometedores – e públicas – postadas no Facebook. Há posts sobre bebedeiras, uso de drogas e pessoas falando mal do chefe. Tudo com foto, localização e os “likes” dos amigos. No Brasil as pessoas são igualmente descuidadas. Jair B., por exemplo, postou no Facebook pelo seu celular Android: “Indo para o trabalho com ressaca de novo”. Duas pessoas curtiram. O post é público e pode ser acessado por qualquer aplicativo ligado ao Facebook – ou qualquer um que tenha acesso à API, que também é pública.

O Facebook está no centro destas preocupações. A rede social tem quase um bilhão de usuários em todo o mundo, e é uma plataforma aberta interessante, viciante e rentável. Toda a informação despejada pelos milhões de usuários é convertida em um negócio que não para de crescer: a publicidade segmentada.

O modelo tem críticos. O programador Dalton Caldwell trabalhou em projetos que vão do SourceForge, primeiro repositório online de códigos, ao PicPlz, app de fotografias para Android e reclama de uma “monocultura sustentada por publicidade”. “Como consumidores, nos são dadas as opções de Facebook, Twitter e Google Plus, além de algumas startups. Todos eles estão no mesmo negócio: vender seus cliques a anunciantes.” E ele se pergunta: “Será que é possível pagar por uma rede social sem anúncios em que o produto é algo pelo qual você paga, e não você mesmo?”.

Foi assim que Caldwell começou a trabalhar na App.net, rede sem anúncios que terá feeds em tempo real e APIs para desenvolvedores voltada para a plataforma iOS. Para a fase inicial do projeto, ele pede US$ 500 mil em seu site. Já conseguiu 1,2 mil apoiadores, que doaram US$ 89 mil – mas o prazo para doações se encerra no dia 13 de agosto.

“Tenho a consciência de que posso fracassar pois acredito de verdade neste projeto”, escreveu.

Apego. E não são poucos insatisfeitos. O Índice de Satisfação do Consumidor Americano (ACSI, na sigla em inglês) revelou que o Facebook tem apenas 61% de aprovação entre os usuários. “O que a ACSI está realmente nos dizendo é que o Facebook é um vício que odiamos, mas do qual não conseguimos nos livrar”, escreveu a jornalista Alexandra Cahng na revista Wired.

E por que não conseguimos nos livrar? Porque quase todos estão nelas – 87% das empresas usam pelo menos uma rede social, segundo uma pesquisa da Burson-Marsteller. No Brasil, 99% das mulheres entre 45 e 54 anos que usam a internet estão em redes sociais. Quase todos os brasileiros conectados (92%), de todas as idades, usam redes sociais em casa ou no trabalho. “É um dos índices mais altos do mundo em termos de alcance”, diz Alex Banks, diretor da Comscore na América Latina.

Nos países desenvolvidos há uma ligeira queda no uso do Facebook, mas não por insatisfação. O fenômeno agora é a migração para o acesso via celular. Segundo Banks, nos EUA e no Reino Unido, por exemplo, cerca de 10% dos acessos ao Facebook são feitos por dispositivos móveis. Isso se reflete nos acessos via computador, que caem – mas as pessoas seguem conectadas. O tempo todo. Em todos os lugares. No Brasil hoje cerca de 2% dos acessos são feitos via celular ou tablet. O número é baixo, mas era menor há um ano: 0,6%. A mudança já pode ser sentida nas capitais do País, devido à internet móvel.

Fluidez. O mundo caminha rumo à eliminação entre online e offline. Com isso, o mundo é que ganha uma camada social permanente. Pode parecer futurismo exagerado, mas o que já existe parte do princípio que, agora, pouco importa se você está ou não no computador. A sua própria existência já produz informação e você ocupa simultaneamente um espaço no mundo real e outro no virtual.

Um tênis da Nike conectado ao iPod manda dados sobre uma corrida para um site que cria estatísticas, e as conquistas são publicadas no Facebook e comentadas pelos amigos. Tudo conectado, sem que se precise intervir.

O app Highlight mostra as pessoas que estão conectadas ao seu redor que têm os mesmos gostos que você. O Place.me faz check-ins automáticos por onde você passa. O Sonar diz se algum contato seu do Twitter, Facebook ou Foursquare está por perto. São startups que conseguiram financiamentos milionários. O próprio Facebook lançou sem alarde seu “Find Friends Nearby”, para encontrar amigos que estão por perto, mas removeu a funcionalidade depois que a notícia apareceu em blogs de tecnologia.

O fundador do Mashable, Pete Cashmore, chama isso de “rede social do ambiente”. E o problema disso, para ele, é óbvio: privacidade. Mais uma vez. “Essa nova geração de apps transmite a sua localização o tempo todo aos amigos – e em alguns casos para pessoas que você nem conhece”, escreveu ele no site da CNN.

Se Pete Cashmore fica assustado, dois outros colunistas relevantes de tecnologia animam-se. Robert Scoble, famoso blogueiro de tecnologia, e Shel Israel, da revista Forbes, apostam tanto na tendência que estão escrevendo um livro sobre o tema, que será lançado em 2013. Em The Age of Context (A Era do Contexto em tradução livre, título ainda provisório), os dois falam de um “novo mundo automático”. São televisores que sugerem o que assistir, apps que apresentam contatos, ferramentas que prestam serviços a partir da localização que os usuários – e seus aparelhos – dão a elas. “Abordaremos os medos desse novo mundo e explicaremos por que os usuários acabarão fornecendo sua informação mais privada”, escrevem.

A questão imediata, porém, pode ser definida em uma palavra: consciência. “No passado, ter controle sobre seu próprio destino era tema de uma discussão filosófica enorme. Imagine agora em que parte do seu ser não está presente na matéria. É um ser digitalizado em movimento. Você não é um bit na memória de um HD”, filosofa Schwartz.

Ele aposta em uma forma de vida automatizada que tem um impacto no cotidiano. “A relação entre as pessoas é mediada por uma relação entre máquinas. Há uma necessidade maior de consciência do seu corpo e da relação com outras pessoas. Se você não tem a consciência que tem uma existência virtual, fica complicado ter controle sobre a sua própria vida.”

Navegador RockMelt – Surfando na Rede

Tem conta no Facebook, Twitter, Tumblr, fica ligado nas notícias e tendências o tempo todo?  – Experimente o RockMelt.

O RockMelt tem a assinatura de Marc Andreessen, criador do Netscape, navegador que revolucionou a internet na metade da década de 90.

Os criadores do RockMelt partiram da ideia de que atualmente os usuários navegam na internet basicamente de três formas: compartilhando conteúdo nas redes sociais, fazendo buscas no Google e monitorando seus sites favoritos.

Desenvolvido todo em cima do Chromium, mesmo motor utilizado para o desenvolvimento do Chrome, o RockMelt torna-se bastante amigável para quem já está familiarizado com o navegador do Google, já que a interface e configurações são praticamente iguais.

Sobre a página aberta no navegador você pode ver seu Twitter, Facebook, Tumblr, notícias, quais amigos estão on-line no Facebook, etc., sem precisar abrir outra aba. E isso é o que os internautas querem hoje em dia; rapidez com facilidade, e com o RockMelt tudo isso pode ser feito em uma única janela do navegador (observe a imagem acima).

Para baixar você deve fazer o download aqui http://www.rockmelt.com/#
Depois de instalado, faça login com sua conta do Facebook, e aí é só começar a explorar seus recursos.

Configure suas preferências clicando no alto, a direita, onde está escrito RockMelt.

Escolha o idioma na guia Opções , em Configurações Avançadas procure; Conteúdo web e clique em Configurações de idiomas e do corretor ortográfico…

Aproveite. *Fique sempre por dentro do RockMelt lendo o Blog http://blog.rockmelt.com/